
Por que “Sensações” define o novo CX
Vivemos uma transição significativa no universo da experiência do cliente. Inicialmente, a automação surgiu com a promessa de maximizar eficiência, reduzir custos e padronizar interações. No entanto, esse cenário evoluiu. Hoje, mais do que rapidez, o cliente deseja sentir algo. Ou seja, busca conexão, acolhimento e confiança.
Além disso, a palavra “Sensações” resume perfeitamente essa nova fase. A tecnologia continua sendo o motor das operações, contudo, o propósito agora é emocional. Dados, algoritmos e automações só entregam valor quando despertam empatia, pertencimento e, sobretudo, experiências memoráveis.
A nova realidade do consumidor: expectativa elevada e desejo de conexão
As pesquisas recentes confirmam essa mudança. Por exemplo, segundo estudo da Genesys, 70% dos consumidores brasileiros afirmam que se sentir ouvidos e compreendidos é o fator mais importante no relacionamento com marcas. Além disso, o mesmo levantamento indica que 93% acreditam que a empresa é tão boa quanto seu atendimento um dado que reforça a importância das experiências sensoriais e emocionais.
Consequentemente, quando uma marca falha em gerar sensações positivas, o impacto é direto. De acordo com outro relatório, 64% dos consumidores trocariam de marca após apenas cinco ou menos experiências negativas.
Desse modo, fica claro que eficiência e preço já não bastam. O cliente quer ser visto, respeitado e valorizado. Ele quer sentir — e isso muda tudo.
Empresas brasileiras à frente — e por que isso faz sentido
O Brasil, inclusive, tem assumido destaque global quando falamos de experiência do cliente. Segundo estudo da Zendesk, 23,4% das empresas brasileiras já são líderes em maturidade de CX, em comparação com apenas 14,5% da média mundial.
Assim, percebemos que o mercado brasileiro já entendeu a importância de unir tecnologia com emoção.
Por outro lado, a tecnologia sozinha não resolve. Embora a automação com IA gere escala e eficiência, ela só gera valor quando permite que o atendimento seja mais humano. Tanto que empresas que adotam IA com foco em experiência têm 128% mais chance de alto ROI, de acordo com o relatório CX Trends 2025 da Zendesk.
“Sensações” em ação: empatia, personalização e resolução rápida
Quando falamos em sensações, três pilares sustentam a nova estratégia de CX.
1. Empatia e compreensão
Empresas que escutam seus clientes genuinamente criam laços emocionais. Assim, segundo a Genesys, grande parte dos brasileiros valorizam sentir-se ouvidos — e não apenas receber informações.
2. Personalização
A personalização deixou de ser diferencial e se tornou essencial. Ou seja, o consumidor espera que a marca reconheça seu histórico, suas preferências e seu contexto.
3. Resolução rápida
A agilidade também importa, entretanto, precisa vir acompanhada de sensibilidade. No Brasil, 59% dos clientes valorizam resolução no primeiro contato — o que mostra que eficiência e emoção devem caminhar juntas.
Em seguida, quando esses três pilares se combinam, o resultado é uma jornada fluida e inesquecível. Por isso, empresas que investem nesse equilíbrio avançam mais rápido rumo à fidelização.
Do dado à emoção: por que a tecnologia sozinha não basta
A automação não é inimiga da empatia — pelo contrário. Quando bem utilizada, ela libera os times humanos para entregarem experiências mais profundas.
Ainda assim, é importante lembrar: tecnologia deve amplificar o toque humano, e não substituí-lo.
Isso porque empresas centradas em experiência reportam resultados impressionantes. Estudo recente mostra que negócios focados em CX apresentam até 80% mais crescimento e 60% mais lucro.
Logo, a equação é clara: tecnologia faz o atendimento chegar mais longe; porém, são as sensações que fazem o cliente ficar.
“Sensações” como estratégia: impactos reais no negócio
Quando uma marca investe intencionalmente em sensações positivas, os impactos são amplos:
- Aumento da fidelização — clientes conectados emocionalmente ficam mais tempo.
- Maior valor percebido — 86% dos consumidores avaliam a experiência como tão importante quanto o produto, portanto, aceitam pagar mais por ela.
- Reputação fortalecida — experiências marcantes geram recomendação espontânea, o que, por sua vez, reduz o custo de aquisição.
- Redução do churn — clientes que se sentem valorizados não buscam alternativas com a mesma facilidade.
Como implementar a cultura de “Sensações” na sua empresa
Em primeiro lugar, é preciso mapear a jornada do cliente com foco na emoção. Identifique pontos críticos e oportunidades para surpreender.
Além disso, treine o time para escuta ativa, comunicação clara e acolhimento.
Por fim, mensure continuamente as sensações entregues. Avalie NPS, satisfação, recompra e comentários espontâneos. Esses indicadores revelam, antes de tudo, o impacto emocional da experiência.
Conclusão: Sensações — o caminho para um CX mais humano
Ao observar todos os dados e tendências, fica evidente que sensações são a nova métrica do sucesso em CX.
A tecnologia evoluiu, o cliente amadureceu e, por isso, a experiência precisa entregar mais do que eficiência: precisa entregar significado.
Em resumo, marcas que fazem seus clientes sentirem — e não apenas consumirem — criam relações duradouras, geram resultados consistentes e se posicionam como líderes da nova economia emocional.
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